Um chefe de cozinha encheu três panelas com água e colocou cada uma sobre o fogo.
Numa delas colocou cenouras, numa outra colocou ovos e na última colocou café moído.
Vinte minutos depois, apagou o fogo, retirou os ovos, colocou-os numa tigela, retirou as cenouras, colocou-as num prato e deitou o café numa chávena:
As cenouras estavam macias…
O ovo endureceu…
E o café?...
O Chefe observou o seguinte:
Todos os produtos enfrentaram a mesma adversidade: a água a ferver.
No entanto, cada um reagiu de maneira diferente!
A cenoura, quando foi colocada na água era firme e inflexível.
Depois de ter sido submetida à fervura, amoleceu e tornou-se frágil.
Quando os ovos foram colocados na água, eram frágeis. A casca fina protegia o seu interior, que era líquido.
Mas, depois de terem sido fervidos, o seu interior tornou-se mais firme, endurecido.
Com o café, tudo, foi diferente:
Após ter sido levado ao fogo, ele transformou-a.
Com qual destes três elementos te assemelhas, quando a adversidade vem ao teu encontro?
Serás como a cenoura, que parece forte mas que, diante da adversidade, murcha, torna-se frágil e perde a força?...
Serás como o ovo que possuis um interior maleável, um espírito fluido, mas que, diante da adversidade, se torna endurecido?
Ou serás como o café?
O Café muda a água fervente que lhe causa dor: quando a água chega ao ponto da sua fervura, ele dá o máximo de si e deixa evidente o seu delicado sabor e aroma!
É isso! ... Que tu sejas como o café! …
... Que diante de uma dificuldade, sejas capaz de reagir de forma positiva para poder transformá-la, sem te deixares vencer pelas circunstâncias adversas.
Que haja sempre sabedoria nos teus momentos mais difíceis, para que possas espalhar e irradiar o teu mais “doce aroma”!
... E amanhã, quando tomares o primeiro café do teu dia, lembra-te desta comparação!
E…procura ser CAFÉ, usando a hostilidade para modificar o sabor da vida.
Renova-a e dá um aroma especial aos que vivem ao teu lado!
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
VACINA CONTRA A DEPRESSÃO...
Alguns meios para prevenir esta patologia, mais mental do que física, que traz sérios prejuízos à vida social e espiritual do ser humano.
Itens que podem evitar a depressão:
RELIGIOSIDADE
O estudo de uma religião esclarecida traz a conformação, o sentimento de fraternidade e perdão. Ajuda a aceitação de doenças, deficiências e morte de entes queridos. Sabendo que tudo é temporário e que nenhuma dor, carência, deficiência ou doença é eterna, torna-se mais fácil a vivência na terra.
PERDA DO ORGULHO
A pessoa com orgulho acentuado possui muita abertura para a depressão. Ofende-se facilmente, isola-se das pessoas com quem não está de acordo e sente-se vítima do mundo sem nunca praticar a auto análise necessária para um maior entendimento das situações. A humildade não nos dá brechas para ofensas ou mágoas inúteis.
PERDA DO EGOCENTRISMO
Pessoas muito centradas em si mesmas, sofrem demasiadamente quando não recebem atenção que acham que merecem. Criança ou jovem muito mimados não conseguem aceitar a indiferença do mundo aos seus desejos. Esta é uma das grandes causas dos estados depressivos.Quando direccionamos a nossa atenção aos outros sentimo-nos felizes ao sermos úteis e esquecemos as próprias dores.
TRABALHO
A mente ocupada num trabalho que traz prazer e recompensa (mais emocional do que financeira) não dá oportunidade para se deprimir.
OPTIMISMO
Um dos melhores factores antidepressivo é o optimismo, porque a pessoa vê o mundo que a rodeia de forma sempre positiva o que impede que nasçam, em si, focos de baixa estima, que geram a depressão.
PERDÃO
O acto de perdoar não é apenas uma recomendação religiosa, é mais uma atitude terapêutica e preventiva contra males maiores do que o mal recebido. O esquecimento do mal é actividade de um coração generoso.Perdoar a si mesmo é entender que errar faz parte do crescimento, é aceitar a sua condição humana.
ACEITAÇÃO
Aceitar o que é inevitável na vida, como a morte de um ser querido, perda da juventude; deficiência física ou invalidez. Também mudança de nível social, de ambiente, etc. A aceitação é também compreensão que tudo o que acontece ao nosso redor é instrumento para amadurecimento espiritual.
FÉ
Quem possui muita fé em si mesmo e em Deus possui a maior vacina contra a depressão, pois ela é o oposto de todos os sintomas que trazem a doença.Enfim, todo o sofrimento do homem tem origem no afastamento da sua luz interior. Quando Deus fica longe da nossa vida, ficamos afastados da alegria de viver.
Portanto, procure sempre o auxílio divino.
Procure a felicidade. Deus fez-nos para sermos felizes.
E... Tenha lindos dias!
Itens que podem evitar a depressão:
RELIGIOSIDADE
O estudo de uma religião esclarecida traz a conformação, o sentimento de fraternidade e perdão. Ajuda a aceitação de doenças, deficiências e morte de entes queridos. Sabendo que tudo é temporário e que nenhuma dor, carência, deficiência ou doença é eterna, torna-se mais fácil a vivência na terra.
PERDA DO ORGULHO
A pessoa com orgulho acentuado possui muita abertura para a depressão. Ofende-se facilmente, isola-se das pessoas com quem não está de acordo e sente-se vítima do mundo sem nunca praticar a auto análise necessária para um maior entendimento das situações. A humildade não nos dá brechas para ofensas ou mágoas inúteis.
PERDA DO EGOCENTRISMO
Pessoas muito centradas em si mesmas, sofrem demasiadamente quando não recebem atenção que acham que merecem. Criança ou jovem muito mimados não conseguem aceitar a indiferença do mundo aos seus desejos. Esta é uma das grandes causas dos estados depressivos.Quando direccionamos a nossa atenção aos outros sentimo-nos felizes ao sermos úteis e esquecemos as próprias dores.
TRABALHO
A mente ocupada num trabalho que traz prazer e recompensa (mais emocional do que financeira) não dá oportunidade para se deprimir.
OPTIMISMO
Um dos melhores factores antidepressivo é o optimismo, porque a pessoa vê o mundo que a rodeia de forma sempre positiva o que impede que nasçam, em si, focos de baixa estima, que geram a depressão.
PERDÃO
O acto de perdoar não é apenas uma recomendação religiosa, é mais uma atitude terapêutica e preventiva contra males maiores do que o mal recebido. O esquecimento do mal é actividade de um coração generoso.Perdoar a si mesmo é entender que errar faz parte do crescimento, é aceitar a sua condição humana.
ACEITAÇÃO
Aceitar o que é inevitável na vida, como a morte de um ser querido, perda da juventude; deficiência física ou invalidez. Também mudança de nível social, de ambiente, etc. A aceitação é também compreensão que tudo o que acontece ao nosso redor é instrumento para amadurecimento espiritual.
FÉ
Quem possui muita fé em si mesmo e em Deus possui a maior vacina contra a depressão, pois ela é o oposto de todos os sintomas que trazem a doença.Enfim, todo o sofrimento do homem tem origem no afastamento da sua luz interior. Quando Deus fica longe da nossa vida, ficamos afastados da alegria de viver.
Portanto, procure sempre o auxílio divino.
Procure a felicidade. Deus fez-nos para sermos felizes.
E... Tenha lindos dias!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O PÃO DE CRISTO
LEIA EM SILÊNCIO E MEDITE. É MUITO CURTO E VERDADEIRO.
O que se segue é um relato verídico sobre um homem chamado Vitor.
Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se obrigado a recorrer à mendicância para sobreviver, coisa que o entristecia e envergonhava muito. Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um clube social, quando viu chegar um casal. Víctor lhe pediu algumas moedas para poder comprar algo para comer. - Sinto muito, amigo, mas não tenho trocado - disse ele.. Sua esposa, ouvindo a conversa perguntou: - Que queria o pobre homem? - Dinheiro para comer. Disse que tinha fome - respondeu o marido., - Lorenzo, não podemos entrar e comer uma comida farta que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora! - Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que quer dinheiro para beber! - Tenho uns trocados comigo. Vou dar-lhe alguma coisa! Mesmo de costas para eles, Vitor ouviu tudo que disseram. Envergonhado, quería afastar-se correndo dalí, mas neste momento ouviu a amável voz da mulher que dizia: - Aquí tens algumas moedas. Consiga algo de comer, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança. Em algum lugar existe um trabalho para você. Espero que encontre. - Obrigado, senhora. Acabo de sentir-me melhor e capaz de começar de novo. A senhora me ajudou a recobrar o ânimo! Jamais esquecerei sua gentileza. - Você estará comendo o Pão de Cristo! Partilhe-o - disse ela com um largo sorriso dirigido mais a um homem que a um mendigo. Víctor sentiu como se uma descarga elétrica lhe percorresse o corpo. Encontrou um lugar barato para se alimentar um pouco. Gastou a metade do que havia ganho e resolveu guardar o que sobrara para o outro dia, comeria 'O Pão de Cristo' dois dias. Uma vez mais aquela descarga elétrica corria por seu interior. O PÃO DE CRISTO! - Um momento!, - pensou, não posso guardar o Pão de Cristo somente para mim. Parecia-lhe escutar o eco de um velho hino que tinha aprendido na escola dominical. Neste momento, passou a seu lado um velhinho. - Quem sabe, este pobre homem tenha fome - pensou - tenho que partilhar o Pão de Cristo. - Ouça - exclamou Víctor- gostaría de entrar e comer uma boa comida? O velho se voltou e encarou-o sem acreditar. - Você fala serio, amigo? O homem não acreditava em tamanha sorte, até que estivesse sentado em uma mesa coberta, com uma toalha e com um belo prato de comida quente na frente. Durante a ceia, Víctor notou que o homem envolvia um pedaço de pão em sua sacola de papel. - Está guardando un pouco para amanhã? Perguntou. - Não, não. É que tem um menininho que conheço onde costumo freqüentar que tem passado mal ultimamente e estava chorando quando o deixei. Tinha muita fome. Vou levar-lhe este pão. - O Pão de Cristo! Recordou novamente as palavras da mulher e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa. Ao longe os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que havia soado antes em sua cabeça. Os dois homens levaram o pão ao menino faminto que começou a engolí-lo com alegria. De repente, se deteve e chamou um cachorrinho. Um cachorrinho pequeno e assustado. - Tome cachorrinho. Te dou a metade - disse o menino. O Pão de Cristo alcançará tambem você. O pequeno tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a vender o jornal com alegria. - Até logo!, disse Vitor ao velho. Em algum lugar haverá um emprego . Não desespere! - Sabe? - sua voz se tornou em um susurro - Isto que comemos é o Pão de Cristo. Uma senhora me disse quando me deu aquelas moedas para comprá-lo. O futuro nos presenteará com algo muito bom! Ao se afastar, Vitor reparou o cachorrinho que lhe farejava a perna. Se agachou para acariciá-lo e descobriu que tinha uma coleira onde estava gravado o nome e endereço de seu dono. Víctor caminhou um bom pedaço até a casa do dono do cachorro e bateu na porta. Ao sair e ver que havia sido encontrado seu cachorro, o homem ficou contentíssimo, e logo sua expressão se tornou séria. Estava por repreender Vitor, que certamente lhe havia roubado o cachorro, mas não o fez pois Victor mostrava no rosto um ar e dignidade que o deteve. Disse então: - No jornal de ontem, oferecí uma recompensa pelo resgate. Tome!! Victor olhou o dinheiro meio espantado e disse: - Não posso aceitar. Somente queria fazer um bem ao cachorrinho. - Pegue-o! Para mim, o que você fez vale muito mais que isto! Você precisa de um emprego? Venha ao meu escritório amanhã. Faz-me muita falta uma pessoa íntegra como você. Ao voltar pela avenida aquele velho hino que recordava sua infância, voltou a soar em sua alma. Chamava-se '
PARTE O PÃO DA VIDA', 'NÃO O CANSEIS DE DAR, MAS NÃO DÊS AS SOBRAS, DAI COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA'. QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA DE TOMAR NOSSA CRUZ E SEGUÍ-LO, MESMO QUE DOA!
QUE DEUS OS BENDIGA SEMPRE...!!!
Senhor Jesus:'Te amo muito, dependo de ti para sempre, estás no mais profundo de meu coração, bendize com teu carinho, a minha familia, minha casa, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e meus amigos'.
O que se segue é um relato verídico sobre um homem chamado Vitor.
Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se obrigado a recorrer à mendicância para sobreviver, coisa que o entristecia e envergonhava muito. Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um clube social, quando viu chegar um casal. Víctor lhe pediu algumas moedas para poder comprar algo para comer. - Sinto muito, amigo, mas não tenho trocado - disse ele.. Sua esposa, ouvindo a conversa perguntou: - Que queria o pobre homem? - Dinheiro para comer. Disse que tinha fome - respondeu o marido., - Lorenzo, não podemos entrar e comer uma comida farta que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora! - Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que quer dinheiro para beber! - Tenho uns trocados comigo. Vou dar-lhe alguma coisa! Mesmo de costas para eles, Vitor ouviu tudo que disseram. Envergonhado, quería afastar-se correndo dalí, mas neste momento ouviu a amável voz da mulher que dizia: - Aquí tens algumas moedas. Consiga algo de comer, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança. Em algum lugar existe um trabalho para você. Espero que encontre. - Obrigado, senhora. Acabo de sentir-me melhor e capaz de começar de novo. A senhora me ajudou a recobrar o ânimo! Jamais esquecerei sua gentileza. - Você estará comendo o Pão de Cristo! Partilhe-o - disse ela com um largo sorriso dirigido mais a um homem que a um mendigo. Víctor sentiu como se uma descarga elétrica lhe percorresse o corpo. Encontrou um lugar barato para se alimentar um pouco. Gastou a metade do que havia ganho e resolveu guardar o que sobrara para o outro dia, comeria 'O Pão de Cristo' dois dias. Uma vez mais aquela descarga elétrica corria por seu interior. O PÃO DE CRISTO! - Um momento!, - pensou, não posso guardar o Pão de Cristo somente para mim. Parecia-lhe escutar o eco de um velho hino que tinha aprendido na escola dominical. Neste momento, passou a seu lado um velhinho. - Quem sabe, este pobre homem tenha fome - pensou - tenho que partilhar o Pão de Cristo. - Ouça - exclamou Víctor- gostaría de entrar e comer uma boa comida? O velho se voltou e encarou-o sem acreditar. - Você fala serio, amigo? O homem não acreditava em tamanha sorte, até que estivesse sentado em uma mesa coberta, com uma toalha e com um belo prato de comida quente na frente. Durante a ceia, Víctor notou que o homem envolvia um pedaço de pão em sua sacola de papel. - Está guardando un pouco para amanhã? Perguntou. - Não, não. É que tem um menininho que conheço onde costumo freqüentar que tem passado mal ultimamente e estava chorando quando o deixei. Tinha muita fome. Vou levar-lhe este pão. - O Pão de Cristo! Recordou novamente as palavras da mulher e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa. Ao longe os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que havia soado antes em sua cabeça. Os dois homens levaram o pão ao menino faminto que começou a engolí-lo com alegria. De repente, se deteve e chamou um cachorrinho. Um cachorrinho pequeno e assustado. - Tome cachorrinho. Te dou a metade - disse o menino. O Pão de Cristo alcançará tambem você. O pequeno tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a vender o jornal com alegria. - Até logo!, disse Vitor ao velho. Em algum lugar haverá um emprego . Não desespere! - Sabe? - sua voz se tornou em um susurro - Isto que comemos é o Pão de Cristo. Uma senhora me disse quando me deu aquelas moedas para comprá-lo. O futuro nos presenteará com algo muito bom! Ao se afastar, Vitor reparou o cachorrinho que lhe farejava a perna. Se agachou para acariciá-lo e descobriu que tinha uma coleira onde estava gravado o nome e endereço de seu dono. Víctor caminhou um bom pedaço até a casa do dono do cachorro e bateu na porta. Ao sair e ver que havia sido encontrado seu cachorro, o homem ficou contentíssimo, e logo sua expressão se tornou séria. Estava por repreender Vitor, que certamente lhe havia roubado o cachorro, mas não o fez pois Victor mostrava no rosto um ar e dignidade que o deteve. Disse então: - No jornal de ontem, oferecí uma recompensa pelo resgate. Tome!! Victor olhou o dinheiro meio espantado e disse: - Não posso aceitar. Somente queria fazer um bem ao cachorrinho. - Pegue-o! Para mim, o que você fez vale muito mais que isto! Você precisa de um emprego? Venha ao meu escritório amanhã. Faz-me muita falta uma pessoa íntegra como você. Ao voltar pela avenida aquele velho hino que recordava sua infância, voltou a soar em sua alma. Chamava-se '
PARTE O PÃO DA VIDA', 'NÃO O CANSEIS DE DAR, MAS NÃO DÊS AS SOBRAS, DAI COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA'. QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA DE TOMAR NOSSA CRUZ E SEGUÍ-LO, MESMO QUE DOA!
QUE DEUS OS BENDIGA SEMPRE...!!!
Senhor Jesus:'Te amo muito, dependo de ti para sempre, estás no mais profundo de meu coração, bendize com teu carinho, a minha familia, minha casa, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e meus amigos'.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Estamos a viver o Ano Sacerdotal - Uma reflexão para lermos!
GRANDEZA DO SACERDÓCIO
O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica ensina que “a unção do Espírito Santo marca o presbítero... com um carácter espiritual indelével, configura-o a Cristo sacerdote e torna-o capaz de agir em nome de Cristo Cabeça. Sendo cooperador da Ordem episcopal, ele é consagrado para pregar o Evangelho, para celebrar o culto divino, sobretudo a Eucaristia... e para ser o pastor dos fiéis” (n. 328).
Uma voz do século V
S. João Crisóstomo, nascido provavelmente em 349, em Antioquia da Síria, viveu vida monástica dentro de casa nos anos da sua juventude. Depois, quando morreu a mãe, retirou-se para o deserto e ali permaneceu seis anos. Ordenado diácono, dedicou cinco anos a preparar-se para o sacerdócio e o ministério da pregação. Foi ordenado sacerdote em 386; em 398 foi ordenado bispo, tornando-se patriarca de Constantinopla. Foi famoso pregador, daí o nome que lhe deram após a sua morte: Crisóstomo, isto é, boca de ouro. Dos numerosos escritos deste santo, um dos mais conhecidos é um pequeno volume intitulado Sobre o Sacerdócio, obra-prima da espiritualidade sacerdotal.
Sacerdote: obra do Espírito Santo.
É certo que o sacerdócio se exerce na terra, mas podemos contá-lo entre as coisas celestiais. E com muita razão. De facto, não foi um homem, nem um Anjo ou Arcanjo, nem qualquer outro poder criado que ordenou este mistério e fez com que homens ainda revestidos de carne pudessem exercer o ministério dos Anjos, mas o próprio Espírito Santo. Por isso, aquele que foi revestido do sacerdócio deve ser tão puro como se estivesse nos Céus, no meio dos poderes angélicos...
Queres ver a excelência deste rito sagrado? Lembra-te de Elias, à frente de uma grande multidão, e da vítima colocada sobre o altar; o resto dos assistentes estava em silêncio absoluto. O Profeta começou a rezar sozinho; depois, o fogo desceu de repente sobre a vítima. Tudo isto é admirável e nos enche de respeito.Contempla a seguir o que se realiza agora e verás que estas coisas são não somente admiráveis, mas também ultrapassam toda a impressão de assombro. De facto, aqui o sacerdote está de pé, não para fazer baixar fogo, mas o Espírito Santo, e prolonga durante largo tempo a sua oração, não para que uma chama vinda do alto consuma as oferendas, mas para que desça a graça sob a vítima, inflame por seu intermédio as almas de todos e as torne mais brilhantes do que a prata purificada...
Sacerdote: administrador dos tesouros do céu.
Se pudéssemos imaginar a grandeza do homem ainda envolto em carne e sangue, ao qual é dado aproximar-se desta natureza bem-aventurada e imortal, veríamos claramente a honra que a graça do Espírito Santo concedeu aos sacerdotes. Na verdade, pelas mãos do sacerdote não apenas se realizam estes mistérios, mas também outros que em nada lhes são inferiores... Com efeito, pessoas que ainda vivem na terra são encarregadas de administrar os tesouros do céu, e receberam um poder que Deus nunca concedeu aos Anjos e aos Arcanjos: Tudo o que ligardes na terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligardes na terra será desligado nos Céus (Mt 18,18). (...) Aquilo que os sacerdotes fazem aqui em baixo, Deus o ratifica lá em cima, e o julgamento dos servos é confirmado pelo Senhor...
Além das obras, o ministério sacerdotal não conhece outro método para curar que não seja o ensino da Palavra. Só a Palavra lhe serve de instrumento, de alimento, de ar sadio. A Palavra é o remédio que o sacerdote administra, o fogo de que ele se serve para queimar, a espada com que corta, e não dispõe de mais nenhuma... Se este meio não surtir efeito, tudo o mais será em vão... Por isso, é muito importante cuidar para que a palavra de Cristo habite em nós com abundância.
Sacerdote: embaixador de Deus.
O que é um sacerdote? Um homem a quem Deus fez seu embaixador junto do povo, junto do mundo inteiro, e que pede ao Todo-Poderoso que tenha piedade dos pecadores, tanto vivos como mortos... Encarregado dos interesses de toda a gente, pai de todos, o sacerdote aproxima-se de Deus para Lhe pedir o fim das guerras que destroem a terra, o restabelecimento da ordem, a paz, a prosperidade, o desaparecimento de todos os males... Dado que ele ora por todos os homens, deve distinguir-se deles pelos seus méritos... Se pensarmos que o sacerdote é o que invoca o Espírito Santo, que celebra o tremendo sacrifício, que continuamente toca a Deus com as suas mãos e que tem as chaves do Céu, diz-me onde poderemos colocar este homem?:... Imagina como devem ser as mãos que tocam as coisas santas, como deve ser a língua que pronuncia tais palavras, e que alma pode haver mais pura e mais santa do que a que há-de receber tal Espírito? Os Anjos rodeiam o sacerdote; todo o santuário e o espaço que envolve o altar estão cheios de exércitos celestes, em honra daquele que está sobre o altar...
O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica ensina que “a unção do Espírito Santo marca o presbítero... com um carácter espiritual indelével, configura-o a Cristo sacerdote e torna-o capaz de agir em nome de Cristo Cabeça. Sendo cooperador da Ordem episcopal, ele é consagrado para pregar o Evangelho, para celebrar o culto divino, sobretudo a Eucaristia... e para ser o pastor dos fiéis” (n. 328).
Uma voz do século V
S. João Crisóstomo, nascido provavelmente em 349, em Antioquia da Síria, viveu vida monástica dentro de casa nos anos da sua juventude. Depois, quando morreu a mãe, retirou-se para o deserto e ali permaneceu seis anos. Ordenado diácono, dedicou cinco anos a preparar-se para o sacerdócio e o ministério da pregação. Foi ordenado sacerdote em 386; em 398 foi ordenado bispo, tornando-se patriarca de Constantinopla. Foi famoso pregador, daí o nome que lhe deram após a sua morte: Crisóstomo, isto é, boca de ouro. Dos numerosos escritos deste santo, um dos mais conhecidos é um pequeno volume intitulado Sobre o Sacerdócio, obra-prima da espiritualidade sacerdotal.
Sacerdote: obra do Espírito Santo.
É certo que o sacerdócio se exerce na terra, mas podemos contá-lo entre as coisas celestiais. E com muita razão. De facto, não foi um homem, nem um Anjo ou Arcanjo, nem qualquer outro poder criado que ordenou este mistério e fez com que homens ainda revestidos de carne pudessem exercer o ministério dos Anjos, mas o próprio Espírito Santo. Por isso, aquele que foi revestido do sacerdócio deve ser tão puro como se estivesse nos Céus, no meio dos poderes angélicos...
Queres ver a excelência deste rito sagrado? Lembra-te de Elias, à frente de uma grande multidão, e da vítima colocada sobre o altar; o resto dos assistentes estava em silêncio absoluto. O Profeta começou a rezar sozinho; depois, o fogo desceu de repente sobre a vítima. Tudo isto é admirável e nos enche de respeito.Contempla a seguir o que se realiza agora e verás que estas coisas são não somente admiráveis, mas também ultrapassam toda a impressão de assombro. De facto, aqui o sacerdote está de pé, não para fazer baixar fogo, mas o Espírito Santo, e prolonga durante largo tempo a sua oração, não para que uma chama vinda do alto consuma as oferendas, mas para que desça a graça sob a vítima, inflame por seu intermédio as almas de todos e as torne mais brilhantes do que a prata purificada...
Sacerdote: administrador dos tesouros do céu.
Se pudéssemos imaginar a grandeza do homem ainda envolto em carne e sangue, ao qual é dado aproximar-se desta natureza bem-aventurada e imortal, veríamos claramente a honra que a graça do Espírito Santo concedeu aos sacerdotes. Na verdade, pelas mãos do sacerdote não apenas se realizam estes mistérios, mas também outros que em nada lhes são inferiores... Com efeito, pessoas que ainda vivem na terra são encarregadas de administrar os tesouros do céu, e receberam um poder que Deus nunca concedeu aos Anjos e aos Arcanjos: Tudo o que ligardes na terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligardes na terra será desligado nos Céus (Mt 18,18). (...) Aquilo que os sacerdotes fazem aqui em baixo, Deus o ratifica lá em cima, e o julgamento dos servos é confirmado pelo Senhor...
Além das obras, o ministério sacerdotal não conhece outro método para curar que não seja o ensino da Palavra. Só a Palavra lhe serve de instrumento, de alimento, de ar sadio. A Palavra é o remédio que o sacerdote administra, o fogo de que ele se serve para queimar, a espada com que corta, e não dispõe de mais nenhuma... Se este meio não surtir efeito, tudo o mais será em vão... Por isso, é muito importante cuidar para que a palavra de Cristo habite em nós com abundância.
Sacerdote: embaixador de Deus.
O que é um sacerdote? Um homem a quem Deus fez seu embaixador junto do povo, junto do mundo inteiro, e que pede ao Todo-Poderoso que tenha piedade dos pecadores, tanto vivos como mortos... Encarregado dos interesses de toda a gente, pai de todos, o sacerdote aproxima-se de Deus para Lhe pedir o fim das guerras que destroem a terra, o restabelecimento da ordem, a paz, a prosperidade, o desaparecimento de todos os males... Dado que ele ora por todos os homens, deve distinguir-se deles pelos seus méritos... Se pensarmos que o sacerdote é o que invoca o Espírito Santo, que celebra o tremendo sacrifício, que continuamente toca a Deus com as suas mãos e que tem as chaves do Céu, diz-me onde poderemos colocar este homem?:... Imagina como devem ser as mãos que tocam as coisas santas, como deve ser a língua que pronuncia tais palavras, e que alma pode haver mais pura e mais santa do que a que há-de receber tal Espírito? Os Anjos rodeiam o sacerdote; todo o santuário e o espaço que envolve o altar estão cheios de exércitos celestes, em honra daquele que está sobre o altar...
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
"FOME"
Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:- Pai, tô com fome!!!O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência... - Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!! Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente.. Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!! Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho... Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo... Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua... Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá.. Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada... A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades... Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?! Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho... Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas... Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório... Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo depequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada... Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias... Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho... Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores... No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho... Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando... Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro delechamava-o para ajudar aquela pessoa... E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres... Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar... Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta... Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro... Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno... Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço... Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista... Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um.... Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido... Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho: 'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'
" Comece fazendo o necessário, depois o que é possível, e muito em breve estará fazendo o impossível." São Francisco de Assis
" Comece fazendo o necessário, depois o que é possível, e muito em breve estará fazendo o impossível." São Francisco de Assis
CINCO LIÇÕES SOBRE COMO TRATAR AS PESSOAS
1 - Primeira lição importante - Senhora da limpeza
Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última:
"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"
Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?
Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.
"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."
Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.
2. - Segunda lição importante - Boleia na chuva
Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.
Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.
Dizia:
"Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceredidade,
Mrs. Nat King Cole."
3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem
Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.
O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.
O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.
A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...
Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho
Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.
Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.
O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!
Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.
5 - Quinta lição importante - Dar quando conta
Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.
Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu faço-o se isso a salvar."
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.
Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?".
Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.
O mais importante.................. "Trabalha como se não precisasses do dinheiro, ama como se nunca tivesses sido magoado, e dança como danças quando não há ninguém a ver-te."
Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última:
"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"
Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?
Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.
"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."
Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.
2. - Segunda lição importante - Boleia na chuva
Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.
Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.
Dizia:
"Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceredidade,
Mrs. Nat King Cole."
3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem
Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.
O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.
O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.
A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...
Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho
Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.
Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.
O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!
Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.
5 - Quinta lição importante - Dar quando conta
Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.
Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu faço-o se isso a salvar."
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.
Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?".
Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.
O mais importante.................. "Trabalha como se não precisasses do dinheiro, ama como se nunca tivesses sido magoado, e dança como danças quando não há ninguém a ver-te."
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